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Guia de escolha

Exoma, Genoma ou NeoGenoma Híbrido: qual escolher?

Os três investigam variantes genéticas — mas cobrem partes diferentes do DNA e detectam tipos diferentes de alterações. Entenda as diferenças para escolher o exame certo, junto ao seu médico.

Exoma

As regiões codificantes

Sequencia o exoma — a parte do DNA que codifica proteínas, cerca de 1–2% do genoma, onde se concentra a maioria das variantes de doenças conhecidas.

  • Cobertura: regiões codificantes + mitocondrial
  • SNVs e pequenos indels: >99%
  • Melhor custo-benefício de entrada
Ideal quando a suspeita recai sobre genes bem definidos.
Genoma

100% do DNA

Sequencia o genoma completo, incluindo regiões não-codificantes — promotoras, intrônicas profundas e reguladoras — que o exoma não alcança.

  • Cobertura: 100% do DNA
  • SNVs e indels >99%; CNV >=1 éxon
  • Maior taxa diagnóstica que o exoma
Ver NeoGenoma →
NeoGenoma Híbrido

Leituras curtas + longas

Une leituras curtas e leituras longas na mesma amostra, com Pipeline Hybrid NeoGenomica, para investigar as regiões e classes de variantes que mais escapam dos exames convencionais.

  • Cobertura: 100% do DNA
  • Inserções de todos os tamanhos
  • Detecção ampliada de variantes estruturais
  • Melhor resolução de pseudogenes e repetições
Ver NeoGenoma Híbrido →

Comparativo detalhado

Característica Exoma Genoma NeoGenoma Híbrido
Cobertura do DNA ~1–2% (codificante) 100% 100%
Regiões não-codificantes Não Sim Sim
SNVs e pequenos indels >99% >99% >99%
CNVs ≥3 éxons (limitada) CNV >=1 éxon CNV >=1 éxon
Inserções de todos os tamanhos Não Limitada Sim
Variantes estruturais Não / muito limitada Limitada Ampliada
Expansões de repetições Não Limitada Ampliada
Pseudogenes / alta homologia Não Sensibilidade reduzida Resolução melhorada
Metilação Não Não Sim
DNA mitocondrial Sim Sim Sim
Taxa diagnóstica Menor Maior A mais alta
Permite reanálise futura Sim Sim Sim

Nenhuma metodologia detecta 100% de todas as alterações. A definição das coordenadas de CNVs e variantes estruturais baseia-se na chamada de variantes e pode ter limitações de exatidão. A escolha do exame deve ser feita junto ao médico assistente.

Como escolher

Escolha o Exoma

quando a suspeita clínica recai sobre genes codificantes bem definidos e você busca uma primeira investigação com bom custo-benefício.

Escolha o Genoma

quando você quer a maior abrangência em um único exame, incluindo regiões não-codificantes, ou quando um exoma anterior não explicou o quadro.

Escolha o NeoGenoma Híbrido

quando há suspeita de inserções longas, variantes estruturais, expansões de repetições ou envolvimento de regiões complexas e pseudogenes — ou quando exames anteriores não chegaram ao diagnóstico.

Suspeita de mosaicismo?

para variantes presentes em apenas parte das células, o exame indicado é o NeoExoma Mosaico, com profundidade acima de 300x e confirmação acima de 2000x.

Não sabe qual escolher?

Nossa equipe ajuda você e seu médico a definir o exame mais adequado ao caso.

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