Profundidade acima de 300x
A elevada quantidade média de leituras aumenta a capacidade de investigar variantes de baixa frequência no exoma nuclear.
Exoma de alta profundidade
O NeoExoma Mosaico usa sequenciamento de alta profundidade para investigar alterações presentes em uma pequena proporção das células. Achados relevantes passam por confirmação específica.
Por que a profundidade importa
No mosaicismo, a alteração surge após a fecundação e não está presente em todas as células. Quanto menor sua proporção na amostra, maior o desafio para diferenciá-la de um artefato técnico.
A elevada quantidade média de leituras aumenta a capacidade de investigar variantes de baixa frequência no exoma nuclear.
Candidatas relevantes com frequência alélica acima de 5% seguem para PCR e ressequenciamento de alta profundidade.
Quando o mosaicismo é restrito, uma amostra clinicamente afetada pode ser mais informativa do que sangue ou swab bucal.
* Confirmação específica para candidatas dentro dos critérios técnicos do exame. A sensibilidade depende da fração alélica, da região, da qualidade e do tecido analisado.
Indicação clínica
A hipótese ganha força quando os sinais são segmentares, assimétricos, focais ou restritos a um tecido.
01
Macrodactilia, diferença entre membros, crescimento focal ou suspeita de espectro PROS/PIK3CA.
02
Lesões venosas, linfáticas, capilares ou quadros mistos com distribuição localizada.
03
Malformações corticais, hemimegalencefalia, epilepsia focal ou achados assimétricos.
04
Lesões cutâneas segmentares, esclerose tuberosa com teste prévio negativo ou formas focais de doenças mendelianas.
Amostra orientada pelo caso
Uma variante restrita a pele, vaso, osso ou cérebro pode estar ausente ou abaixo do limite de detecção em sangue ou swab bucal. A coleta de tecido afetado depende de indicação e viabilidade clínica.
O exame investiga
Limites importantes
A ciência evolui. A interpretação de uma variante também pode evoluir.
Todos os exames da NeoGenomica incluem o Infinity VUS para as variantes de significado incerto que forem reportadas.
Uma variante de significado incerto, ou VUS, é um achado para o qual a evidência disponível ainda não permite concluir se está relacionado à doença. O Infinity VUS monitora atualizações de classificação mesmo depois da emissão do laudo.
Compara periodicamente as VUS reportadas com novas evidências e classificações.
Uma mudança relevante é encaminhada para revisão especializada antes de qualquer comunicação.
Quando a reclassificação é confirmada e aplicável ao caso, a equipe responsável é comunicada e o laudo pode ser atualizado.
Jornada do exame
Um fluxo de alta profundidade que começa pela escolha da amostra e termina com interpretação clínica dos achados.
A hipótese de mosaicismo, o tecido afetado e o VAF esperado orientam a estratégia.
Sangue, swab bucal ou tecido afetado, conforme indicação e viabilidade clínica.
O exoma nuclear é analisado em alta profundidade e passa por controle de qualidade.
Candidatas relevantes dentro dos critérios técnicos são validadas por PCR e ressequenciamento.
O resultado reúne classificação, limites técnicos, contexto da amostra e Infinity VUS.
Dúvidas frequentes
É quando uma variante surge após a concepção e está presente apenas em parte das células. Sua fração na amostra pode ser menor e exigir maior profundidade para investigação.
O NeoExoma Mosaico usa profundidade média acima de 300x e protocolo de confirmação acima de 2000x para candidatas dentro dos critérios técnicos, aumentando a capacidade de avaliar sinais de baixa frequência.
Depende da hipótese. Sangue ou swab bucal podem ser adequados quando a variante está nesses tecidos. Em quadros localizados, o tecido afetado pode ser mais informativo, quando sua coleta for indicada e viável.
Não necessariamente. A variante pode estar abaixo do limite de detecção, fora das regiões analisadas ou ausente na amostra testada. O resultado deve ser interpretado junto ao fenótipo e ao tecido.
CNVs não fazem parte da análise padrão. O exame também não é a metodologia de escolha para expansões, inversões, translocações ou regiões não codificantes.
Amostra e indicação
A hipótese, o tecido afetado e a fração alélica esperada orientam a escolha do material e a interpretação do resultado.
Informações do catálogo
Estratégia para investigar variantes presentes em baixa proporção na amostra analisada.
Discussão prévia da hipótese, tecido afetado, fração alélica esperada e viabilidade clínica da amostra.
CNVs e genoma mitocondrial não integram a análise padrão. Regiões não codificantes, pseudogenes, homologia, repetições, expansões, inversões e translocações exigem outro método.