Fatores tradicionais
Histórico, pressão arterial, diabetes, obesidade, colesterol e outros dados clínicos permanecem no centro da avaliação.
Prevenção cardiovascular
O CardioRisk combina histórico, fatores clínicos, exames laboratoriais e variantes genéticas para tornar a avaliação de risco mais individual e apoiar a conversa com seu médico.
Prevenção personalizada
O risco cardiovascular resulta da interação entre genética, idade, histórico familiar, condições clínicas e hábitos. O CardioRisk organiza essas informações para apoiar um plano de acompanhamento individualizado.
Histórico, pressão arterial, diabetes, obesidade, colesterol e outros dados clínicos permanecem no centro da avaliação.
Variantes monogênicas e escores de risco podem acrescentar informação sobre predisposições cardiovasculares.
O laudo reúne os achados relevantes para discussão com o médico, sem substituir a avaliação clínica.
Indicação clínica
A indicação deve considerar idade, histórico, exames prévios e a pergunta clínica. O resultado não deve ser interpretado isoladamente.
01
Faixa em que o risco tende a crescer, sobretudo quando há hipertensão, diabetes, obesidade ou outras comorbidades.
02
Infarto, AVC, arritmias, cardiomiopatias ou outras doenças cardiovasculares em parentes próximos.
03
Sintomas ou alterações em que uma condição hereditária possa contribuir para a investigação diagnóstica.
04
Situações complexas em que integrar genética e dados clínicos pode refinar a estratificação.
05
Famílias que desejam compreender a possibilidade de transmissão de condições cardíacas hereditárias.
06
Projetos clínicos que investigam a contribuição genética para doença cardiovascular, conforme protocolo específico.
Estratificação de risco
Em estudo com mais de 40 mil participantes do NHS, combinar um escore poligênico ao QRISK2 aumentou a identificação de pessoas de 40 a 54 anos classificadas como alto risco cardiovascular. O benefício individual depende do contexto clínico e da população analisada.
Proporção identificada pelo método clínico apresentado no estudo.
Proporção identificada após incorporar o escore poligênico.
Aumento relativo de identificação no recorte analisado; não representa redução individual de eventos.
Acompanhamento pós-laudo
Todos os exames da NeoGenomica incluem o Infinity VUS para acompanhar as variantes de significado incerto reportadas. Quando uma reclassificação relevante é confirmada após revisão especializada, o médico é comunicado e o laudo pode ser atualizado.
Entender resultados e Infinity VUSJornada do exame
Um fluxo integrado para combinar dados clínicos, laboratoriais e genéticos.
Formulários reúnem histórico, fatores de risco e resultados laboratoriais.
Swab bucal ou sangue, conforme a orientação da equipe.
Dados clínicos, laboratoriais e genéticos são avaliados em conjunto.
O resultado apoia a discussão médica e o planejamento de acompanhamento.
Interpretação
O laudo apresenta os principais achados, relaciona as categorias de risco avaliadas e oferece subsídios para o acompanhamento médico.
Dúvidas frequentes
Não. O exame acrescenta informação genética à avaliação de fatores clínicos e laboratoriais. A interpretação e qualquer decisão de cuidado devem ser feitas com o médico.
O laudo pode reunir predisposições monogênicas, escores de risco e sua relação com informações clínicas, conforme o escopo contratado e a qualidade dos dados recebidos.
A amostra pode ser de swab bucal ou sangue. A equipe informa o material adequado e orienta coleta e envio.
Não necessariamente. Predisposição não é diagnóstico. Idade, hábitos, outras condições e tratamentos também influenciam o risco e precisam ser considerados.
Achados hereditários podem justificar avaliação de familiares. Quando isso ocorrer, o laudo orientará a discussão com a equipe assistente.
Próximo passo
Converse com a equipe para entender o escopo, a coleta e como integrar o resultado ao acompanhamento médico.
Informações do exame
Avaliação genética aplicada ao risco cardiovascular e à prevenção personalizada.
Histórico, fatores de risco e resultados laboratoriais; a indicação considera idade, histórico, exames prévios e pergunta clínica.
O resultado não deve ser interpretado isoladamente e não substitui avaliação clínica.
A genética acrescenta uma camada aos fatores tradicionais; idade, histórico, condições clínicas e hábitos permanecem centrais.