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Triagem genética neonatal

Longevo Baby: triagem genética do bebê.

O Longevo Baby complementa o teste do pezinho tradicional ao investigar no DNA condições de início precoce para as quais há prevenção, acompanhamento ou tratamento estabelecido.

Bebê recém-nascido envolvido por uma manta
A triagem genética amplia a informação; não substitui o teste do pezinho.
Amostras aceitas
Sangue periférico, Swab bucal (preferencial), DNA extraído
Prazo e início da contagem
20 dias corridos, após a aceitação da amostra
Pedido médico
Necessário. Ver requisitos e limites.

Triagem complementar

Genética e bioquímica respondem a perguntas diferentes.

O teste do pezinho procura biomarcadores no sangue. O Longevo Baby lê genes relacionados a condições que podem não produzir um marcador detectável na triagem convencional. Juntos, os métodos ampliam a oportunidade de reconhecimento precoce.

01 · Complementar

Não substitui o teste do pezinho

O teste bioquímico continua essencial para identificar alterações metabólicas e hormonais já incorporadas à triagem neonatal.

02 · Genético

Procura alterações no DNA

A análise inclui DNA nuclear e mitocondrial, deleções, duplicações e variantes intrônicas conhecidas como patogênicas, dentro do escopo técnico.

03 · Clínico

Prioriza condições acionáveis

O laudo concentra-se em condições com conduta validada, reduzindo informação sem utilidade imediata para o cuidado pediátrico.

Evidência em triagem neonatal

Estudos mostram diagnósticos além da triagem convencional.

Os resultados variam conforme população, painel e critérios de análise. Eles demonstram o caráter complementar do sequenciamento, não uma substituição universal do rastreio bioquímico.

GUARDIAN · Estados Unidos

4.000 bebês avaliados

O estudo encontrou doenças tratáveis identificadas apenas pela genética e diagnósticos fora da triagem tradicional.

BabyDetect · Bélgica

165 doenças monitoradas

Entre 71 diagnósticos genéticos, 30 não seriam detectados pela triagem convencional apresentada no estudo.

BabySeq · Boston

Estudo randomizado

O sequenciamento identificou variantes patogênicas ausentes no teste padrão e reforçou como os métodos podem trabalhar em conjunto.

Momento da triagem

Para quem o Longevo Baby pode ser considerado?

A triagem pode ser discutida para recém-nascidos e crianças até o primeiro ano de vida. Histórico familiar ou sinais clínicos podem exigir uma estratégia diagnóstica diferente e avaliação médica específica.

01 · Recém-nascidos

Bebês sem sintomas

Triagem complementar para reconhecer precocemente condições com possibilidade de prevenção ou tratamento.

02 · Histórico familiar

Famílias com condição genética

O histórico pode orientar a triagem, mas um exame direcionado ou diagnóstico pode ser mais apropriado conforme o caso.

03 · Até 1 ano

Triagem no primeiro ano de vida

Crianças um pouco maiores ainda podem se beneficiar quando o pediatra considera a informação clinicamente útil.

Cobertura clínica

462 genes associados a mais de 200 condições.

A relação completa deve ser confirmada na versão vigente do painel e no pedido do exame.

Baixar lista de genes

Imunodeficiências

SCID, DOCK8, CGD, defeitos de IFN-γ e imunodeficiências combinadas.

Cardiopatias

Arritmias hereditárias, miocardiopatias e alterações estruturais precoces.

Hematologia e coagulação

Hemofilias, talassemias, anemias hereditárias e deficiências de fatores.

Gastrointestinais e nutrição

Diarreias congênitas, malabsorções e distúrbios do metabolismo de vitaminas.

Crescimento, ossos e energia

Osteogênese imperfeita, osteopetrose, baixa estatura e distúrbios de mineralização óssea.

Jornada do exame

Da coleta ao cuidado.

Um fluxo estruturado para transformar a amostra do bebê em informação clínica útil.

  1. 01

    Orientação inicial

    A equipe confirma dados clínicos, idade e requisitos da coleta.

  2. 02

    Kit de coleta

    O kit e as instruções são enviados para uma coleta segura em casa.

  3. 03

    Amostra bucal

    A coleta é realizada com swab bucal, de forma simples e indolor.

  4. 04

    Análise genética

    Os genes do painel são processados e os achados passam por revisão especializada.

  5. 05

    Laudo e orientação

    O resultado organiza os achados e as recomendações aplicáveis.

Dúvidas frequentes

Antes da coleta.

O Longevo Baby substitui o teste do pezinho?+

Não. O Longevo Baby complementa a triagem bioquímica. Cada método identifica tipos diferentes de alteração, e o teste do pezinho deve ser realizado conforme a orientação pediátrica.

Quais condições são avaliadas?+

O painel reúne mais de 200 condições de início precoce com possibilidade de conduta, incluindo grupos imunológicos, cardiológicos, hematológicos, metabólicos e neuromusculares.

Como é feita a coleta?+

A amostra é coletada com swab na parte interna da boca. O kit inclui instruções e embalagem para devolução rastreável ao laboratório.

O que acontece se houver um achado relevante?+

O laudo descreve o achado e a equipe orienta a discussão com o pediatra, a confirmação quando necessária e os próximos passos clínicos.

Um resultado negativo exclui todas as doenças genéticas?+

Não. O exame se limita aos genes, variantes e condições definidos no painel e possui limites técnicos. Sintomas ou histórico relevante devem ser avaliados pelo pediatra independentemente do resultado.

Quando o laudo fica pronto?+

20 dias corridos, após a aceitação da amostra . Situações que exijam nova coleta podem alterar esse prazo.

Cuidado desde cedo

Entenda se o Longevo Baby faz sentido para sua família.

Nossa equipe explica o escopo, a relação com o teste do pezinho e todo o processo de coleta.

Informações do exame

Dados técnicos de Longevo Baby

Método, escopo, requisitos e limitações

Complementa a triagem neonatal com investigação genética de condições acionáveis selecionadas.

Aplicações
Triagem neonatal
Amostras aceitas
Sangue periférico, Swab bucal (preferencial), DNA extraído
Prazo estimado
20 dias corridos, após a aceitação da amostra
Metodologia
Sequenciamento e análise de painel genético neonatal a partir de DNA obtido de material biológico aceito.
Escopo analítico
462 genes associados a mais de 200 condições acionáveis selecionadas, incluindo grupos imunológicos, cardiológicos, hematológicos, metabólicos e neuromusculares.
Genes analisados
462 genes analisados.
Ver conteúdo completo

AAAS, ABCC6, ABCC8, ABCD1, ACADM, ACADVL, ACAT1, ADA, ADA2, ADAMTS13, AGL, AGPAT2, AGRN, AGXT, AIRE, AK2, AKR1D1, ALAS2, ALDH7A1, ALDOB, ALG14, ALG2, ALPL, AMACR, AMN, AP3B1, AP3D1, APOA5, APOB, APOC2, APRT, AQP2, ARG1, ARPC1B, ARSA, ARSB, ASL, ASS1, ATP6V0A4, ATP6V1B1, AVP, AVPR2, BAAT, BCKDHA, BCKDHB, BCKDK, BLNK, BSCL2, BTD, BTK, C2, C3, C5, C6, C7, C8A, C8B, C9, CA2, CAD, CASR, CAV1, CAVIN1, CBLIF, CBS, CCDC39, CCDC40, CCNO, CD247, CD3D, CD3E, CD3G, CD40, CD40LG, CD70, CD79A, CD79B, CDCA7, CDKN1C, CEBPE, CFAP298, CFAP300, CFB, CFD, CFH, CFI, CFP, CFTR, CHAT, CHRNA1, CHRNB1, CHRND, CHRNE, CIITA, CLCN7, COL13A1, COL1A1, COL1A2, COL4A3, COL4A4, COL4A5, COLQ, COQ2, COQ4, COQ6, COQ8B, CORO1A, CPS1, CPT1A, CPT2, CTNS, CTPS1, CUBN, CUL3, CYBA, CYBB, CYBC1, CYP11A1, CYP11B1, CYP11B2, CYP17A1, CYP27A1, CYP27B1, CYP2R1, CYP7B1, DBT, DCLRE1C, DDB2, DDC, DGAT1, DHFR, DMP1, DNAAF1, DNAAF11, DNAAF19, DNAAF2, DNAAF3, DNAAF4, DNAAF5, DNAH11, DNAH5, DNAH9, DNAI1, DNAI2, DNAJC21, DNMT3B, DOCK2, DOCK8, DOK7, DPAGT1, DRC1, DRC2, DRC4, DUOX2, DUOXA2, EDA, EDAR, EDARADD, EFL1, EIF2AK3, ENPP1, EPCAM, ERCC2, ERCC3, ERCC4, ERCC5, ETFA, ETFB, ETFDH, F10, F13A1, F13B, F2, F5, F7, F8, F9, FAH, FAM111A, FBP1, FCHO1, FECH, FERMT3, FGA, FGB, FGF23, FGG, FOLR1, FOXE1, FOXJ1, FOXN1, FOXP3, G6PC1, GAA, GALK1, GALNS, GALNT3, GALT, GAMT, GATM, GCDH, GCK, GCM2, GFPT1, GH1, GHR, GHRHR, GLIS3, GLUD1, GP1BA, GP1BB, GP9, GPIHBP1, GPR101, GRHPR, HADH, HADHA, HADHB, HBB, HELLS, HESX1, HK1, HLCS, HMGCL, HMGCS2, HOGA1, HSD11B2, HSD3B2, HSD3B7, HYDIN, IDS, IDUA, IFITM5, IFNGR1, IFNGR2, IGF1, IGHM, IGLL1, IGSF1, IKBKB, IL10, IL10RA, IL10RB, IL2RA, IL2RB, IL2RG, IL7R, INS, IRAK4, IRF8, IRS4, ITGA2B, ITGB2, ITGB3, ITK, IVD, IYD, JAK3, KCNJ1, KCNJ11, KLHL3, LAT, LCK, LDLR, LDLRAP1, LEP, LEPR, LHX3, LIG1, LIG4, LMBRD1, LMF1, LPL, LRP5, LYST, MAGED2, MAGT1, MC2R, MCEE, MCIDAS, MCM4, MMAA, MMAB, MMACHC, MMADHC, MMUT, MPI, MRAP, MTHFD1, MTHFR, MTR, MTRR, MTTP, MUSK, MYD88, NAGS, NBN, NCF2, NCF4, NEUROD1, NEUROG3, NFKBIA, NHEJ1, NLRP3, NNT, NR0B1, NR3C2, OAS1, ODAD1, ODAD2, ODAD3, ODAD4, OTC, OTOF, OXCT1, PAH, PAX1, PAX8, PCCA, PCCB, PCSK9, PGM1, PHEX, PIK3R1, PKLR, PLPBP, PLS3, PMM2, PNP, PNPO, POLE, POLH, POMC, POR, POU1F1, PPOX, PREPL, PRF1, PRKDC, PROP1, PSTPIP1, PTF1A, PTPRC, PTS, QDPR, RAB27A, RAC2, RAG1, RAG2, RAPSN, RASGRP1, RB1, REST, RFX5, RFXANK, RFXAP, RNPC3, RPE65, RPL11, RPL15, RPL31, RPL35A, RPL5, RPS10, RPS17, RPS19, RPS24, RPS26, RPS7, RSPH1, RSPH3, RSPH4A, RSPH9, SAMD9, SAR1B, SBDS, SCN4A, SCNN1A, SCNN1B, SCNN1G, SGPL1, SH2D1A, SI, SKIC2, SKIC3, SLC12A1, SLC18A3, SLC19A1, SLC19A2, SLC19A3, SLC22A5, SLC25A1, SLC25A15, SLC25A20, SLC26A3, SLC26A7, SLC2A1, SLC30A10, SLC34A3, SLC37A4, SLC39A4, SLC39A7, SLC46A1, SLC4A1, SLC52A2, SLC52A3, SLC5A1, SLC5A5, SLC5A7, SLC7A7, SLC9A3, SMARCD2, SMN1, SNX10, SP110, SPAG1, SPINT2, SRP54, STAR, STAT1, STK4, STX11, STXBP2, SYT2, TAFAZZIN, TAT, TBL1X, TBX19, TCF3, TCIRG1, TCN2, TF, TG, TH, THRA, THRB, TNFRSF11A, TPK1, TPO, TPP1, TRHR, TRIM28, TRPM6, TSHB, TSHR, TTC7A, TTPA, UGT1A1, UNC13D, UROD, UROS, VAMP1, VDR, WAS, WNK1, WT1, XIAP, XPA, XPC, ZAP70, ZBTB24, ZMYND10

Solicitação médica
Necessária

Requisitos

Confirmação de dados clínicos, idade e requisitos de coleta; amostra recebida e aceita pelo laboratório.

Limitações

Não substitui o teste do pezinho. Limita-se aos genes, variantes e condições definidos na versão vigente do painel e possui limites técnicos.

Informações complementares

Um resultado negativo não exclui todas as doenças genéticas. Sintomas e histórico relevante devem ser avaliados pelo pediatra independentemente do resultado.