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Farmacogenômica em neurologia e psiquiatria

Informação genética para orientar escolhas terapêuticas.

A farmacogenômica pode apoiar decisões em diferentes áreas da medicina. O NeoFarma Neurologia tem foco específico nos medicamentos usados em neurologia e psiquiatria, sempre integrado ao contexto clínico.

O resultado apoia a decisão profissional e deve ser interpretado junto ao quadro clínico, às medicações em uso e aos demais fatores do paciente.

Neurologista conversando com paciente durante a revisão do tratamento
Dados genéticos integrados ao histórico terapêutico.
Escopo
Neurologia e psiquiatria
Amostra
Swab bucal
Referências
CPIC, DPWG e PharmGKB
Prazo
Até 10 dias corridos*

O que o exame acrescenta

Da variante à recomendação clínica.

O laudo reúne o perfil farmacogenômico e as evidências disponíveis para apoiar a seleção de medicamentos, o ajuste de dose e o acompanhamento.

01 · Evidência

Diretrizes internacionais

Integra genótipos relevantes a recomendações CPIC, DPWG e evidências PharmGKB de maior nível.

02 · Escopo

Genes e classes terapêuticas

Avalia enzimas de metabolização, transportadores e alvos associados a fármacos de neurologia e psiquiatria.

03 · Suporte

Discussão especializada

A equipe apoia profissionais e instituições na interpretação e na incorporação dos achados ao plano terapêutico.

Quando considerar

Casos em que a resposta ao medicamento precisa de mais contexto.

A indicação deve considerar histórico terapêutico, resposta, eventos adversos, interações e objetivos clínicos.

01

Resposta parcial ou efeitos adversos

Transtornos depressivos ou ansiosos com ciclos de tentativa e erro.

02

Ajuste terapêutico complexo

TDAH, TEA, epilepsia ou combinações com resposta incompleta.

03

Movimento e dor

Uso de antipsicóticos, moduladores de VMAT-2, anticonvulsivantes ou opioides.

04

Polifarmácia

Idosos, populações sensíveis e programas hospitalares que exigem maior atenção a interações.

Escopo clínico

Classes terapêuticas avaliadas.

A seleção de genes e fármacos segue o escopo técnico do exame e as principais diretrizes de farmacogenômica clínica.

Deslize para consultar

Classe Subcategoria Exemplos de fármacos Genes principais
AntidepressivosISRS e IRSNSertralina, escitalopram, citalopram, venlafaxina, vortioxetinaCYP2C19, CYP2D6, CYP2B6
AntidepressivosTricíclicosAmitriptilina, nortriptilina, clomipramina, imipramina, desipraminaCYP2D6, CYP2C19
AntipsicóticosPrimeira e segunda geraçãoAripiprazol, risperidona, haloperidol, ziprasidona, quetiapina, pimozidaCYP2D6, CYP3A4
Controle de movimentosAnticonvulsivantes e VMAT-2Fenitoína, tetrabenazina, deutetrabenazinaCYP2C9, CYP2D6
Analgesia e dorOpioides e adjuvantesCodeína, tramadol, hidrocodona, oxicodonaCYP2D6, CYP2C9
Moduladores específicosBenzodiazepínicos e TDAHDiazepam, clobazam, atomoxetina e adjuvantesCYP2C19, CYP2D6

Escolha informada

O que diferencia uma análise clínica ampliada?

O NeoFarma Neurologia combina o dado genético com diretrizes, curadoria e suporte para que o resultado seja incorporado à rotina assistencial.

Deslize para comparar

AspectoNeoFarma NeurologiaTeste básicoSem farmacogenômica
GenesCYPs, transportadores e alvos relevantesPainel reduzido de CYPsNão avaliados
DiretrizesCPIC, DPWG e PharmGKBReferências selecionadasNão aplicável
RecomendaçãoDose, alternativa, monitorização e interaçõesOrientação limitada ao escopoAjuste clínico sem dado genético
AtualizaçãoRevisão quando novas evidências alteram a recomendaçãoSem reavaliação programadaNão aplicável

Atualização NeoFarma Neurologia

Evidências evoluem. A interpretação também.

Diretrizes CPIC e DPWG, informações regulatórias e publicações relevantes são monitoradas. Mudanças com impacto na recomendação passam por revisão clínica antes de uma atualização.

  1. 01Mudanças em níveis de evidência e alertas de segurança são identificadas.
  2. 02A equipe clínica revisa a relevância para o resultado já emitido.
  3. 03Quando aplicável, a orientação é atualizada sem nova coleta.
Profissionais analisando dados de sequenciamento

Fluxo assistido

Do pedido ao plano terapêutico.

Um processo desenhado para integrar farmacogenômica à rotina clínica.

  1. 01

    Solicitação clínica

    A equipe confirma a indicação, o histórico terapêutico e os medicamentos em uso.

  2. 02

    Coleta simplificada

    O kit de swab bucal acompanha checklist de medicações e instruções.

  3. 03

    Sequenciamento e curadoria

    Genes farmacogenômicos passam por análise técnica e revisão clínica.

  4. 04

    Recomendações práticas

    O relatório reúne dose, alternativas e alertas de monitorização.

  5. 05

    Discussão com especialistas

    A equipe apoia a incorporação dos achados ao plano terapêutico.

* Prazo contado após o recebimento da amostra e das informações necessárias.

Entregável clínico

Um laudo preparado para a decisão.

O resumo executivo destaca os medicamentos com recomendações farmacogenômicas e apresenta as condutas sugeridas conforme as diretrizes aplicáveis.

  • Perfil metabolizador previsto
  • Ajustes de dose e alternativas quando indicados
  • Interações e pontos de monitorização
  • Referências CPIC e DPWG

Trecho real do ambiente demonstrativo do NeoReport, recortado sem dados pessoais.

Trecho anonimizado de um laudo demonstrativo NeoFarma com recomendações farmacogenômicas
Exemplo demonstrativo e anonimizado. O conteúdo e a extensão do laudo variam conforme os achados de cada exame.

Dúvidas frequentes

Sobre o NeoFarma Neurologia.

Qual é o papel da farmacogenômica em neurologia e psiquiatria?+

Ela acrescenta informação sobre como variantes genéticas podem influenciar metabolismo, resposta ou risco de eventos adversos. Essa informação é integrada à avaliação clínica.

Quais classes recebem recomendações?+

O escopo contempla antidepressivos, antipsicóticos, anticonvulsivantes, moduladores de VMAT-2, opioides, benzodiazepínicos e atomoxetina, entre outros fármacos definidos pelo exame.

Para quais pacientes pode ser considerado?+

Pode ser útil diante de resposta parcial, eventos adversos, polifarmácia ou necessidade de estruturar protocolos farmacogenômicos, sempre conforme avaliação profissional.

É preciso suspender a medicação antes da coleta?+

Não. O DNA é obtido por swab bucal. As medicações em uso devem ser informadas para contextualizar a interpretação, sem alteração do tratamento sem orientação médica.

Qual é o prazo do resultado?+

O laudo é entregue em até 10 dias corridos após o recebimento da amostra e das informações necessárias.

É necessário repetir o exame no futuro?+

O DNA não muda. Quando novas evidências têm impacto na recomendação, o resultado pode ser reavaliado sem uma nova coleta, conforme os critérios do serviço.

Integração clínica

Leve a farmacogenômica para a rotina assistencial.

Converse com a equipe sobre casos, protocolos institucionais e laudos demonstrativos.

Informações do catálogo

Dados técnicos de NeoFarma Neurologia

Farmacogenômica aplicada a medicamentos de neurologia e psiquiatria.

Aplicações
Farmacogenômica
Amostras aceitas
Sangue periférico, Swab bucal (preferencial), DNA extraído
Prazo estimado
10 dias corridos, contados após a documentação completa.
Metodologia
Sequenciamento de genes farmacogenômicos, curadoria clínica e interpretação segundo CPIC, DPWG e PharmGKB.
Escopo analítico
Enzimas de metabolização, transportadores e alvos associados a fármacos de neurologia e psiquiatria, conforme o escopo técnico vigente.
Solicitação médica
Necessária

Requisitos

Solicitação clínica, histórico terapêutico, lista de medicamentos em uso, amostra e informações necessárias.

Limitações

O resultado é uma camada adicional de informação e não substitui a decisão clínica. Tratamento não deve ser alterado sem orientação médica.