Diretrizes internacionais
Integra genótipos relevantes a recomendações CPIC, DPWG e evidências PharmGKB de maior nível.
Farmacogenômica em neurologia e psiquiatria
A farmacogenômica pode apoiar decisões em diferentes áreas da medicina. O NeoFarma Neurologia tem foco específico nos medicamentos usados em neurologia e psiquiatria, sempre integrado ao contexto clínico.
O resultado apoia a decisão profissional e deve ser interpretado junto ao quadro clínico, às medicações em uso e aos demais fatores do paciente.
O que o exame acrescenta
O laudo reúne o perfil farmacogenômico e as evidências disponíveis para apoiar a seleção de medicamentos, o ajuste de dose e o acompanhamento.
Integra genótipos relevantes a recomendações CPIC, DPWG e evidências PharmGKB de maior nível.
Avalia enzimas de metabolização, transportadores e alvos associados a fármacos de neurologia e psiquiatria.
A equipe apoia profissionais e instituições na interpretação e na incorporação dos achados ao plano terapêutico.
Quando considerar
A indicação deve considerar histórico terapêutico, resposta, eventos adversos, interações e objetivos clínicos.
01
Transtornos depressivos ou ansiosos com ciclos de tentativa e erro.
02
TDAH, TEA, epilepsia ou combinações com resposta incompleta.
03
Uso de antipsicóticos, moduladores de VMAT-2, anticonvulsivantes ou opioides.
04
Idosos, populações sensíveis e programas hospitalares que exigem maior atenção a interações.
Escopo clínico
A seleção de genes e fármacos segue o escopo técnico do exame e as principais diretrizes de farmacogenômica clínica.
Deslize para consultar
| Classe | Subcategoria | Exemplos de fármacos | Genes principais |
|---|---|---|---|
| Antidepressivos | ISRS e IRSN | Sertralina, escitalopram, citalopram, venlafaxina, vortioxetina | CYP2C19, CYP2D6, CYP2B6 |
| Antidepressivos | Tricíclicos | Amitriptilina, nortriptilina, clomipramina, imipramina, desipramina | CYP2D6, CYP2C19 |
| Antipsicóticos | Primeira e segunda geração | Aripiprazol, risperidona, haloperidol, ziprasidona, quetiapina, pimozida | CYP2D6, CYP3A4 |
| Controle de movimentos | Anticonvulsivantes e VMAT-2 | Fenitoína, tetrabenazina, deutetrabenazina | CYP2C9, CYP2D6 |
| Analgesia e dor | Opioides e adjuvantes | Codeína, tramadol, hidrocodona, oxicodona | CYP2D6, CYP2C9 |
| Moduladores específicos | Benzodiazepínicos e TDAH | Diazepam, clobazam, atomoxetina e adjuvantes | CYP2C19, CYP2D6 |
Escolha informada
O NeoFarma Neurologia combina o dado genético com diretrizes, curadoria e suporte para que o resultado seja incorporado à rotina assistencial.
Deslize para comparar
| Aspecto | NeoFarma Neurologia | Teste básico | Sem farmacogenômica |
|---|---|---|---|
| Genes | CYPs, transportadores e alvos relevantes | Painel reduzido de CYPs | Não avaliados |
| Diretrizes | CPIC, DPWG e PharmGKB | Referências selecionadas | Não aplicável |
| Recomendação | Dose, alternativa, monitorização e interações | Orientação limitada ao escopo | Ajuste clínico sem dado genético |
| Atualização | Revisão quando novas evidências alteram a recomendação | Sem reavaliação programada | Não aplicável |
Atualização NeoFarma Neurologia
Diretrizes CPIC e DPWG, informações regulatórias e publicações relevantes são monitoradas. Mudanças com impacto na recomendação passam por revisão clínica antes de uma atualização.
Fluxo assistido
Um processo desenhado para integrar farmacogenômica à rotina clínica.
A equipe confirma a indicação, o histórico terapêutico e os medicamentos em uso.
O kit de swab bucal acompanha checklist de medicações e instruções.
Genes farmacogenômicos passam por análise técnica e revisão clínica.
O relatório reúne dose, alternativas e alertas de monitorização.
A equipe apoia a incorporação dos achados ao plano terapêutico.
* Prazo contado após o recebimento da amostra e das informações necessárias.
Entregável clínico
O resumo executivo destaca os medicamentos com recomendações farmacogenômicas e apresenta as condutas sugeridas conforme as diretrizes aplicáveis.
Trecho real do ambiente demonstrativo do NeoReport, recortado sem dados pessoais.
Dúvidas frequentes
Ela acrescenta informação sobre como variantes genéticas podem influenciar metabolismo, resposta ou risco de eventos adversos. Essa informação é integrada à avaliação clínica.
O escopo contempla antidepressivos, antipsicóticos, anticonvulsivantes, moduladores de VMAT-2, opioides, benzodiazepínicos e atomoxetina, entre outros fármacos definidos pelo exame.
Pode ser útil diante de resposta parcial, eventos adversos, polifarmácia ou necessidade de estruturar protocolos farmacogenômicos, sempre conforme avaliação profissional.
Não. O DNA é obtido por swab bucal. As medicações em uso devem ser informadas para contextualizar a interpretação, sem alteração do tratamento sem orientação médica.
O laudo é entregue em até 10 dias corridos após o recebimento da amostra e das informações necessárias.
O DNA não muda. Quando novas evidências têm impacto na recomendação, o resultado pode ser reavaliado sem uma nova coleta, conforme os critérios do serviço.
Integração clínica
Converse com a equipe sobre casos, protocolos institucionais e laudos demonstrativos.
Informações do catálogo
Farmacogenômica aplicada a medicamentos de neurologia e psiquiatria.
Solicitação clínica, histórico terapêutico, lista de medicamentos em uso, amostra e informações necessárias.
O resultado é uma camada adicional de informação e não substitui a decisão clínica. Tratamento não deve ser alterado sem orientação médica.