O que surgiu no paciente
Ajuda a reconhecer uma variante presente no paciente e não identificada nas amostras dos genitores.
Três exomas, uma investigação
O NeoExoma Trio compara as regiões codificantes do paciente e dos dois genitores biológicos, com co-captura do genoma mitocondrial, para avaliar origem, segregação e compatibilidade das variantes com o quadro clínico.
O que o trio acrescenta
Pessoas saudáveis também carregam muitas variantes. A comparação familiar ajuda a organizar os achados pelo modo como surgiram e são transmitidos.
Ajuda a reconhecer uma variante presente no paciente e não identificada nas amostras dos genitores.
Permite avaliar se variantes em um mesmo gene foram herdadas de genitores diferentes e podem atuar em conjunto.
Mostra se um achado segue um padrão dominante, recessivo ou ligado ao X compatível com a doença investigada.
Indicação clínica
A indicação depende do fenótipo, da história familiar, dos exames já realizados e da disponibilidade das duas amostras parentais.
01
Atraso global, deficiência intelectual, regressão, epilepsia ou alterações de comportamento.
02
Uma ou múltiplas malformações, dismorfismos ou alterações de crescimento sem causa definida.
03
Sinais multissistêmicos que não apontam com clareza para um gene ou síndrome.
04
Quadro esporádico, especialmente de início precoce, sem histórico semelhante na família.
Escopo e limites
Entender o alcance técnico é parte da interpretação de um resultado negativo e da decisão entre exoma individual, trio e genoma.
A análise reúne
O exoma não avalia todo o genoma
A ciência evolui. A interpretação de uma variante também pode evoluir.
Todos os exames da NeoGenomica incluem o Infinity VUS para as variantes de significado incerto que forem reportadas.
Uma variante de significado incerto, ou VUS, é um achado para o qual a evidência disponível ainda não permite concluir se está relacionado à doença. O Infinity VUS monitora atualizações de classificação mesmo depois da emissão do laudo.
Compara periodicamente as VUS reportadas com novas evidências e classificações.
Uma mudança relevante é encaminhada para revisão especializada antes de qualquer comunicação.
Quando a reclassificação é confirmada e aplicável ao caso, a equipe responsável é comunicada e o laudo pode ser atualizado.
Jornada do exame
Uma jornada coordenada para interpretar os três exomas como um único caso clínico.
Requisição, fenótipo e histórico familiar orientam a análise e o escopo do relato.
Paciente e genitores seguem os requisitos de identificação, coleta e envio.
Os três exomas e o genoma mitocondrial co-capturado passam por controle de qualidade.
Os achados são comparados à luz da origem, da herança e do fenótipo.
O resultado integra as evidências familiares e inclui acompanhamento Infinity VUS.
Dúvidas frequentes
O exame individual interpreta o exoma do paciente. No trio, os exomas dos genitores são analisados em conjunto para acrescentar informação sobre origem, segregação e padrão de herança.
Para uma análise em trio, sim. Quando apenas um genitor está disponível, pode haver outra estratégia, mas ela oferece menos informação de herança e deve ser discutida antes da coleta.
O objetivo principal é investigar o paciente. As amostras dos genitores funcionam como referências de herança. Achados adicionais dependem da indicação, do consentimento e da política de relato.
Quando há suspeita de variantes fora do exoma ou de alterações que exigem uma análise genômica mais abrangente. A escolha depende da hipótese clínica e dos exames anteriores.
Sim. O ensaio inclui co-captura e análise mitocondrial; a sensibilidade pode variar conforme cobertura, variante, tecido e heteroplasmia.
Apoio à decisão
Orientamos sobre elegibilidade, amostras, consentimento e diferenças entre exoma individual, trio e genoma.
Informações do catálogo
Exomas do paciente e dos familiares analisados em conjunto para refinar a interpretação.
Requisição, consentimento, fenótipo, histórico familiar e amostras do paciente e dos dois genitores biológicos.
O contexto familiar não amplia o território do exoma. Regiões não codificantes, repetições, variantes estruturais, metilação e mosaicismo podem exigir outra metodologia.