Genoma completo como base
Investiga variantes de sequência no DNA nuclear e mitocondrial, além de regiões fora do exoma, dentro dos limites técnicos do NeoGenoma.
WGS + FMR1 TEA e neurodesenvolvimento
O NeoGenoma TEA reúne, no mesmo pedido, o sequenciamento completo do genoma, a análise de deleções e duplicações e um teste dedicado para a expansão associada ao X Frágil.
Entender o que está incluídoUma jornada mais direta
Em vez de organizar investigações sucessivas, o exame reúne análise de sequência, número de cópias e X Frágil desde o início. O objetivo é reduzir etapas sem simplificar a interpretação clínica.
Investiga variantes de sequência no DNA nuclear e mitocondrial, além de regiões fora do exoma, dentro dos limites técnicos do NeoGenoma.
A análise de CNVs procura ganhos e perdas de material genético em todo o genoma, conforme o escopo validado do ensaio.
A expansão CGG em FMR1 exige avaliação específica e não é inferida apenas pelo sequenciamento convencional do genoma.
Indicação clínica
A indicação depende da avaliação clínica, da história familiar e dos exames anteriores. O diagnóstico de TEA continua sendo clínico.
Investigação etiológica em pessoas com diagnóstico clínico de TEA, especialmente quando há outros sinais associados.
Diferenças persistentes em múltiplos domínios do desenvolvimento ou deficiência intelectual sem causa definida.
TEA ou atraso associado a epilepsia, regressão, dismorfias, malformações ou alterações de crescimento.
Familiares com TEA, deficiência intelectual, atraso do desenvolvimento ou condição relacionada ao FMR1.
Escopo e limites
Um exame amplo pode reunir mais hipóteses, mas não identifica todas as causas possíveis de TEA ou atraso do neurodesenvolvimento.
A análise considera
Limitações importantes
Jornada do exame
Um fluxo único para coordenar a investigação genômica e a análise dedicada de X Frágil.
A requisição, o fenótipo e a história familiar orientam a análise.
Uma amostra de sangue periférico é preparada para as frentes incluídas no exame.
O DNA passa por sequenciamento, controle de qualidade e análise de variantes e CNVs.
A expansão CGG em FMR1 é avaliada por teste dedicado.
Os achados são classificados e interpretados em relação ao quadro clínico informado.
Dúvidas frequentes
Não. O diagnóstico de TEA é clínico. O exame busca uma possível causa genética e pode contribuir para o acompanhamento e o aconselhamento da família quando identifica um achado relevante.
A síndrome do X Frágil geralmente decorre de uma expansão de repetições CGG em FMR1. Essa alteração não é avaliada de forma confiável apenas pelo sequenciamento convencional, por isso o exame inclui um teste específico.
Ele reúne, em um único fluxo, investigação de variantes de sequência, CNVs e X Frágil. A equivalência depende do escopo validado de cada metodologia; situações específicas ainda podem exigir exames complementares.
Não. A alteração pode estar fora do alcance atual do exame ou do conhecimento científico disponível. O resultado deve ser discutido com a equipe assistente, que pode considerar reanálise ou outra estratégia.
Sim. A hipótese, os sinais clínicos e a história familiar são essenciais para orientar a análise e a interpretação dos achados.
Apoio à indicação
Orientamos sobre escopo, amostra, documentação e limites do NeoGenoma TEA antes da coleta.