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WGS + FMR1 TEA e neurodesenvolvimento

Uma investigação integrada para buscar respostas.

O NeoGenoma TEA reúne, no mesmo pedido, o sequenciamento completo do genoma, a análise de deleções e duplicações e um teste dedicado para a expansão associada ao X Frágil.

Prazo para resultados Até 20 dias corridos

Entender o que está incluído
Base
WGS
Amostra
Uma única coleta
X Frágil
Teste dedicado incluído
Prazo
Até 20 dias corridos

Uma jornada mais direta

Três perguntas diagnósticas no mesmo fluxo.

Em vez de organizar investigações sucessivas, o exame reúne análise de sequência, número de cópias e X Frágil desde o início. O objetivo é reduzir etapas sem simplificar a interpretação clínica.

01 / Sequência

Genoma completo como base

Investiga variantes de sequência no DNA nuclear e mitocondrial, além de regiões fora do exoma, dentro dos limites técnicos do NeoGenoma.

02 / Dosagem

Deleções e duplicações

A análise de CNVs procura ganhos e perdas de material genético em todo o genoma, conforme o escopo validado do ensaio.

03 / Repetição

X Frágil por análise dedicada

A expansão CGG em FMR1 exige avaliação específica e não é inferida apenas pelo sequenciamento convencional do genoma.

Indicação clínica

Quando considerar o NeoGenoma TEA.

A indicação depende da avaliação clínica, da história familiar e dos exames anteriores. O diagnóstico de TEA continua sendo clínico.

  1. 01

    Transtorno do Espectro Autista

    Investigação etiológica em pessoas com diagnóstico clínico de TEA, especialmente quando há outros sinais associados.

  2. 02

    Atraso global ou deficiência intelectual

    Diferenças persistentes em múltiplos domínios do desenvolvimento ou deficiência intelectual sem causa definida.

  3. 03

    Quadro sindrômico

    TEA ou atraso associado a epilepsia, regressão, dismorfias, malformações ou alterações de crescimento.

  4. 04

    História familiar relevante

    Familiares com TEA, deficiência intelectual, atraso do desenvolvimento ou condição relacionada ao FMR1.

Escopo e limites

Amplitude com limites explícitos.

Um exame amplo pode reunir mais hipóteses, mas não identifica todas as causas possíveis de TEA ou atraso do neurodesenvolvimento.

A análise considera

Variantes, CNVs e FMR1.

  • SNVs, pequenos indels e outras classes dentro do escopo validado do NeoGenoma.
  • CNVs, incluindo deleções e duplicações detectáveis pela metodologia.
  • Expansão CGG em FMR1 por análise dedicada para X Frágil.
  • Correlação com os sinais clínicos e a história familiar informados.

Limitações importantes

Resultado negativo não encerra toda investigação.

  • Nem todo caso de TEA ou atraso do neurodesenvolvimento tem uma causa genética identificável com as tecnologias atuais.
  • Regiões complexas, mosaicismo em baixa fração, alterações epigenéticas e outras expansões podem exigir metodologias específicas.
  • Um resultado negativo não exclui contribuição genética e não modifica, por si só, o diagnóstico clínico de TEA.
  • A interpretação deve ser feita pelo profissional assistente em conjunto com o quadro clínico.
Comparar outras estratégias

Jornada do exame

Da indicação ao laudo integrado.

Um fluxo único para coordenar a investigação genômica e a análise dedicada de X Frágil.

  1. 01

    Indicação clínica

    A requisição, o fenótipo e a história familiar orientam a análise.

  2. 02

    Uma única coleta

    Uma amostra de sangue periférico é preparada para as frentes incluídas no exame.

  3. 03

    Genoma completo

    O DNA passa por sequenciamento, controle de qualidade e análise de variantes e CNVs.

  4. 04

    Análise de X Frágil

    A expansão CGG em FMR1 é avaliada por teste dedicado.

  5. 05

    Laudo integrado

    Os achados são classificados e interpretados em relação ao quadro clínico informado.

Dúvidas frequentes

Antes de solicitar o exame.

O NeoGenoma TEA diagnostica autismo?+

Não. O diagnóstico de TEA é clínico. O exame busca uma possível causa genética e pode contribuir para o acompanhamento e o aconselhamento da família quando identifica um achado relevante.

Por que o X Frágil precisa de uma análise dedicada?+

A síndrome do X Frágil geralmente decorre de uma expansão de repetições CGG em FMR1. Essa alteração não é avaliada de forma confiável apenas pelo sequenciamento convencional, por isso o exame inclui um teste específico.

O exame substitui exoma, array e X Frágil separados?+

Ele reúne, em um único fluxo, investigação de variantes de sequência, CNVs e X Frágil. A equivalência depende do escopo validado de cada metodologia; situações específicas ainda podem exigir exames complementares.

Um resultado negativo exclui uma causa genética?+

Não. A alteração pode estar fora do alcance atual do exame ou do conhecimento científico disponível. O resultado deve ser discutido com a equipe assistente, que pode considerar reanálise ou outra estratégia.

É necessária requisição médica?+

Sim. A hipótese, os sinais clínicos e a história familiar são essenciais para orientar a análise e a interpretação dos achados.

Apoio à indicação

Discuta o caso com nossa equipe.

Orientamos sobre escopo, amostra, documentação e limites do NeoGenoma TEA antes da coleta.