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Para médicos

Genômica que acompanha a decisão clínica.

Da seleção da metodologia à interpretação do laudo, conectamos sequenciamento, bioinformática e revisão especializada ao contexto de cada paciente.

Estratégia
Exame definido pela pergunta clínica
Operação
Amostra e documentos orientados
Interpretação
Fenótipo integrado à análise
Pós-laudo
Acompanhamento Infinity VUS

Diretrizes e consensos

Exoma ou genoma no início da investigação.

Como interpretar: “primeira linha” ou “primeira etapa” descreve quando um exame pode entrar na estratégia diagnóstica; não garante diagnóstico nem substitui avaliação clínica, aconselhamento genético ou testes direcionados indicados para o caso. Cada item abre a publicação original.

Fluxo operacional

Da solicitação ao acompanhamento.

Um pedido completo preserva tempo, rastreabilidade e qualidade de interpretação.

  1. 01

    Definir a estratégia

    Indicação, fenótipo e histórico familiar orientam método e escopo.

  2. 02

    Enviar documentos

    Requisição, consentimento e dados clínicos acompanham a amostra.

  3. 03

    Coletar e transportar

    O material segue requisitos de identificação, conservação e logística.

  4. 04

    Analisar e revisar

    Sequenciamento, bioinformática e curadoria funcionam como um único fluxo.

  5. 05

    Receber e acompanhar

    O laudo é liberado no portal e variantes reportadas entram no Infinity VUS.

Interpretação

O dado só ganha valor quando volta ao caso clínico.

A revisão especializada organiza evidências, limitações e relações com o fenótipo sem transformar associação genética em conduta automática.

  1. 01

    Fenótipo estruturado

    Achados clínicos e história familiar direcionam filtros, herança e priorização.

  2. 02

    Curadoria de evidências

    Variantes candidatas são revisadas conforme literatura, bases de dados e contexto do exame.

  3. 03

    Laudo orientado à decisão

    Achados relevantes, classificação, limitações e informações complementares são apresentados com hierarquia clara.

  4. 04

    Infinity VUS

    Variantes de significado incerto reportadas permanecem em acompanhamento para reavaliações relevantes.

Dúvidas frequentes

Antes de solicitar.

O WGS é recomendado como exame de primeira linha?

Sim, em indicações pediátricas selecionadas. Diretrizes da AAP, ACMG e NSGC/AES, além do consenso multicêntrico ligado ao IPCHiP, apoiam o sequenciamento do exoma ou do genoma como primeira linha, primeiro nível ou uso precoce em populações clínicas definidas. A formulação varia por indicação: a ACMG recomenda primeira ou segunda linha para anomalias congênitas, atraso do desenvolvimento ou deficiência intelectual, enquanto outras recomendações têm critérios próprios. Revisar recomendações e fontes.

Quais dados clínicos devem acompanhar o pedido?

Inclua a indicação, os principais achados, histórico familiar, hipótese diagnóstica e resultados anteriores relevantes. A necessidade específica varia conforme o exame.

É possível discutir a estratégia antes da coleta?

Sim. Entre em contato com a equipe para discutir o escopo, as amostras disponíveis e a documentação necessária antes de enviar o material.

Quando considerar análise em trio?

Amostras parentais podem ajudar a testar modelos de herança, reconhecer variantes novas e refinar a interpretação. A utilidade depende do caso e da disponibilidade dos familiares.

Como funciona uma atualização pelo Infinity VUS?

Quando uma mudança de classificação relevante é confirmada após revisão especializada, o médico solicitante é comunicado e o laudo pode ser atualizado.

Suporte ao caso

Discuta a pergunta clínica antes de definir o exame.

Compartilhe o fenótipo, as análises anteriores e as amostras disponíveis para organizar a melhor estratégia.