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Compartilhe sua história

Conte sua experiência com suas próprias palavras. Você escolhe o que deseja compartilhar, como quer ser identificado e onde o relato poderá aparecer.

Por que contar

A experiência vivida acrescenta uma perspectiva que o laudo não mostra.

Relatos pessoais podem aproximar famílias e tornar a jornada do teste mais compreensível. Eles não substituem orientação médica nem representam o resultado esperado para outras pessoas.

01 · Acolher

Reduzir a sensação de isolamento.

Conhecer uma trajetória real pode ajudar outra família a reconhecer dúvidas e emoções que também fazem parte do caminho.

02 · Explicar

Tornar a jornada mais concreta.

Uma narrativa pode mostrar como avaliação, coleta, espera e resultado foram vividos, sem transformar experiência individual em regra.

03 · Conectar

Abrir espaço para escuta.

Pacientes e cuidadores podem indicar o que gostariam que profissionais e outras famílias compreendessem melhor.

Como funciona

Primeiro conversamos. Você decide se quer publicar.

Nenhum relato é publicado automaticamente. A equipe explica cada etapa e só usa o conteúdo depois da sua revisão e autorização.

  1. 01

    Primeiro contato

    O paciente, responsável ou cuidador entra em contato e informa apenas o necessário para iniciar a conversa.

  2. 02

    Escolhas claras

    A equipe explica os formatos possíveis, quais dados seriam usados e as opções de nome, imagem e voz.

  3. 03

    Criação e revisão

    O relato pode ser preparado em texto, áudio ou vídeo. Você revisa qualquer edição antes de decidir.

  4. 04

    Autorização antes do uso

    A publicação só ocorre após sua aprovação final e sua autorização para o conteúdo e os canais combinados.

Escolhas do participante

Compartilhar não precisa significar revelar tudo.

A pessoa pode definir como deseja ser identificada e quais partes da experiência se sente confortável em tornar públicas.

01

Identificação

Escolher entre nome, primeiro nome, iniciais ou pseudônimo, conforme a avaliação de privacidade do caso.

02

Imagem e voz

Autorizar ou não fotografia, vídeo e áudio de forma separada do texto da história.

03

Detalhes de saúde

Decidir quais informações clínicas, familiares e genéticas podem ser mencionadas, sem anexar laudos desnecessariamente.

04

Canais de divulgação

Autorizar separadamente o uso no site, redes sociais, imprensa, eventos ou materiais impressos.

05

Aprovação final

Revisar o conteúdo editado e confirmar a versão que poderá ser publicada.

Privacidade e autonomia

Dados de saúde exigem cuidado adicional.

Informações genéticas e de saúde são sensíveis. Antes de enviar, saiba quais dados serão usados, quem poderá acessá-los, por quanto tempo serão guardados e onde a história poderá aparecer.

  • 01

    Uma autorização para cada uso

    Iniciar o contato, permitir o uso dos dados e publicar a história são decisões diferentes.

  • 02

    Crianças e adolescentes

    O responsável autoriza a participação, e a criança ou o adolescente recebe uma explicação adequada à idade. A recusa deve ser respeitada.

  • 03

    Mesmo sem o nome, alguém pode reconhecer você

    Em condições raras, a combinação de diagnóstico, local, parentesco e imagem também pode identificar uma pessoa.

  • 04

    Você pode mudar de ideia

    A equipe deve explicar como retirar autorizações futuras e o que não pode ser recolhido depois que um material já foi divulgado.

Antes do contato

Comece com uma conversa, sem compromisso de publicar.

Você pode tirar dúvidas sobre o processo e a privacidade antes de decidir se quer participar.

Dúvidas frequentes

Antes de compartilhar.

Quem pode entrar em contato?

Pacientes adultos, responsáveis legais e cuidadores podem entrar em contato. A possibilidade de participação é avaliada individualmente antes de qualquer coleta extensa de dados.

Preciso usar meu nome ou mostrar uma foto?

Não. Você escolhe separadamente se autoriza nome, imagem, voz e detalhes de saúde.

Posso mudar de ideia?

O participante deve ter um canal para retirar autorizações futuras. A equipe precisa explicar os limites práticos relativos a conteúdos já divulgados ou materiais já distribuídos.

Uma história substitui orientação médica?

Não. Relatos apresentam experiências individuais e não servem como diagnóstico, indicação de exame ou recomendação de tratamento.

Seu tempo, sua escolha

Comece apenas dizendo que gostaria de conversar.

O primeiro contato serve para esclarecer o processo. Ele não autoriza o uso público da sua história.

Para pacientes e famílias

Informação para cada etapa da jornada.

Comece pelo tema que mais se aproxima da sua dúvida.

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