Somente o paciente.
Os resultados são avaliados com base nas informações de saúde e da família. Pode ser a opção disponível quando parentes não participam ou quando a análise conjunta não é necessária.
Os três exames investigam possíveis causas genéticas com alcances diferentes. O NeoGenoma analisa uma área maior que o NeoExoma; o NeoGenoma Híbrido acrescenta uma segunda forma de leitura para ampliar a resolução quando regiões ou alterações complexas são relevantes.
Três níveis de alcance
A escolha considera os sinais, os testes anteriores e os tipos de mudança genética que precisam ser procurados.
Importante: maior alcance aumenta o potencial de encontrar uma causa, mas não garante diagnóstico. Uma suspeita específica pode pedir outro método.
Lado a lado
A comparação abaixo resume as diferenças. A página de cada exame informa exatamente o que ele analisa e quais são seus limites.
| Aspecto | Exoma | Genoma |
|---|---|---|
| O que analisa | Principalmente as partes dos genes usadas para produzir proteínas | Uma área maior do DNA, incluindo regiões que ficam fora do exoma |
| Possível vantagem | Concentra a análise em regiões com amplo conhecimento clínico | Tem maior abrangência e potencial de encontrar uma causa genética |
| Limitações | Pode deixar de fora regiões e mudanças que o genoma consegue avaliar | Nem toda região é bem lida ou compreendida, mesmo com o alcance maior |
| Quando pode ser considerado | Quadros com muitas causas possíveis ou ainda sem diagnóstico | Investigação ampla inicial ou complementar, conforme o caso e a tecnologia |
| Resultados possíveis | Achado relevante, resultado inconclusivo ou sem explicação identificada | Achado relevante, resultado inconclusivo ou sem explicação identificada |
Importante: analisar uma área maior não significa ler ou compreender todo o DNA. Alguns tipos de alteração exigem outro exame ou uma tecnologia complementar.
Maior resolução do portfólio
O NeoGenoma Híbrido combina leituras curtas e longas. Essa integração pode esclarecer regiões repetitivas, muito parecidas entre si ou com mudanças estruturais complexas que podem permanecer ambíguas com uma única tecnologia.
É a opção de maior poder e resolução do portfólio para casos em que as duas tecnologias ajudam a responder à dúvida de saúde.
Pode ser solicitado desde o início ou começar pelo NeoGenoma e receber depois o complemento de leitura longa, se a avaliação técnica permitir.
Mesmo a análise mais abrangente pode não encontrar uma causa. O resultado depende do caso, da amostra, da tecnologia e do conhecimento disponível.
Quem participa da análise
Adicionar familiares biológicos pode ajudar a estudar a origem e a herança de uma variante. Isso não garante uma resposta, e a configuração apropriada depende da família e do caso.
Os resultados são avaliados com base nas informações de saúde e da família. Pode ser a opção disponível quando parentes não participam ou quando a análise conjunta não é necessária.
A comparação com um genitor ou outro familiar pode esclarecer parte da herança. Como apenas uma relação é observada, algumas perguntas permanecem sem comparação completa.
A análise conjunta pode ajudar a reconhecer alterações novas no paciente, alterações herdadas e diferentes formas de transmissão na família.
Famílias são diferentes: quando um ou ambos os genitores não estão disponíveis, o profissional pode avaliar se outro familiar acrescenta informação ou se a análise individual é mais adequada. Cada participante autoriza separadamente o uso de sua amostra e de seus dados.
Mapa de decisão
Não existe uma resposta universal entre exoma, genoma e análise em família. Use estas perguntas na consulta.
Os sinais envolvem uma parte ou várias partes do corpo? Há perda de habilidades ou diferenças presentes desde o nascimento?
Leve os laudos e exames anteriores. Eles ajudam o profissional a evitar repetições e escolher o próximo passo.
Exoma e genoma têm capacidades e limites diferentes. Algumas alterações exigem um teste focado, outra tecnologia ou outra amostra.
Amostras familiares podem acrescentar evidência de herança, mas participação, consentimento e possíveis implicações devem ser discutidos antes da coleta.
Checklist educativo
Os sinais abaixo não fecham diagnóstico nem escolhem o exame. Eles ajudam a organizar uma conversa com o profissional que acompanha o paciente.
Atraso, perda de habilidades, deficiência intelectual ou diferenças de aprendizagem associadas a outros sinais.
Convulsões sem causa definida, diferenças no movimento ou na força muscular e outros sinais neurológicos complexos.
Alterações estruturais ou sinais que envolvem mais de uma parte do corpo.
Parentes com sinais semelhantes, diagnóstico genético conhecido ou padrão que sugira transmissão na família.
Exames anteriores que não explicaram o quadro ou um diagnóstico que não reúne todos os sinais.
Antes da coleta
Antes da análise, entenda como as amostras dos familiares serão usadas e se o exame poderá informar algo fora da dúvida principal.
No Duo ou Trio, as amostras familiares são usadas para apoiar a interpretação do caso principal. Confirme se e como informações sobre os familiares podem aparecer no laudo.
Comparar o paciente com parentes biológicos pode ajudar a entender a transmissão e priorizar resultados, sem garantir uma resposta conclusiva.
O exame e as escolhas registradas antes da coleta definem quais outras informações podem ser analisadas e incluídas no laudo.
O paciente ou responsável deve compreender possibilidades e limites. Crianças e adolescentes recebem explicação adequada à idade e participam da decisão quando conseguem compreendê-la; cada familiar autoriza separadamente o uso da própria amostra e dos próprios dados.
Conheça as opções
As páginas dos exames mostram o que cada opção analisa e seus limites. Confirme com a equipe os requisitos para incluir familiares.
Dúvidas frequentes
O NeoGenoma é mais abrangente e tem maior potencial diagnóstico que o NeoExoma, mas isso não significa que seja a melhor opção em toda situação. Uma suspeita específica pode pedir um teste focado ou outra tecnologia.
Sim. Nenhum dos dois garante diagnóstico. Um resultado sem explicação não exclui todas as causas genéticas.
A comparação pode ajudar a entender se uma alteração foi herdada ou apareceu pela primeira vez na pessoa e se acompanha o quadro familiar. A necessidade varia conforme o caso, e cada familiar decide e autoriza separadamente o uso de sua amostra e de seus dados.
Sim, a análise individual pode ser realizada quando apropriada. A ausência de amostras familiares pode limitar algumas comparações de herança, mas não significa que o exame não possa trazer informação. A estratégia deve ser avaliada para o caso.
O Duo compara o paciente com um familiar biológico; o Trio inclui, em geral, o paciente e dois genitores biológicos. As configurações possíveis, o foco do laudo e os requisitos precisam ser confirmados antes da coleta.
O termo descreve um alcance amplo. Algumas regiões não atingem qualidade suficiente, e certos tipos de alteração exigem outra tecnologia.
Quando regiões repetitivas, muito parecidas entre si ou mudanças estruturais complexas podem ser importantes, combinar leituras curtas e longas oferece maior resolução. A equipe avalia se as duas tecnologias são pertinentes para o caso.
É uma alteração genética para a qual ainda faltam evidências. Ela não confirma diagnóstico e não deve, sozinha, mudar tratamento, indicar cirurgia ou servir para testar familiares. Em todos os exames da NeoGenomica, quando uma VUS é incluída no laudo, ela entra no acompanhamento Infinity VUS.
O profissional que acompanha o paciente avalia a história de saúde. A equipe da NeoGenomica pode explicar o que cada exame analisa, os requisitos e o processo de coleta e envio.
Próximo passo
Converse sobre os sinais, o histórico familiar, os testes anteriores e quando o maior alcance do NeoGenoma ou a resolução do Híbrido podem acrescentar informação.
Para pacientes e famílias
Comece pelo tema que mais se aproxima da sua dúvida.